Antes da batalha
- Ernesto Araújo
- Oct 27, 2018
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Na noite antes da batalha de Ourique, em 25 de julho de 1139, Nosso Senhor Jesus Cristo apareceu numa visão a Dom Afonso Henriques, então ainda conde de Portugal, que se preparava para enfrentar cinco reis mouros contra ele coligados.
Conta Afonso Henriques, num relato possivelmente autêntico, registrado alguns anos depois:
“E subitamente vi, à parte direita, contra o nascente, um raio resplandecente, indo-se pouco a pouco clarificando; cada hora se fazia maior. E pondo de propósito os olhos para aquela parte, vi, de repente, no próprio raio, o sinal da cruz mais resplandecente que o sol, e um grupo grande de mancebos resplandecentes, os quais, creio que seriam os Santos Anjos. Vendo, pois, essa visão, pondo à parte o escudo e a espada, me lancei de bruços e, desfeito em lágrimas comecei a rogar pela consolação de seus vassalos, e disse sem nenhum temor.
"- A que fim me apareceis, Senhor? Quereis, porventura, acrescentar fé a quem já tem tanta? Melhor é, por certo, que vos vejam os inimigos, e creiam em vós, que eu, que desde a fonte do Batismo vos conheci por Deus verdadeiro, filho da Virgem e do Padre Eterno, e assim Vos reconheço agora.
"A cruz era de maravilhosa grandeza, levantada da terra quase dez côvados. O Senhor, com um tom de voz suave, que minhas orelhas indignas ouviram, disse:
"- Não te apareci deste modo para acrescentar tua fé, mas para fortalecer teu coração neste conflito. E fundar os princípios de teu reino sobre pedra firme. Confia, Afonso, porque não só vencerás esta batalha, mas todas as outras em que pelejares contra os inimigos de minha Cruz. Acharás tua gente alegre e esforçada para a peleja; e te pedirá que entres na batalha com o título de rei. Não ponhas dúvida, mas tudo quanto pedirem, lhes concede facilmente. Eu sou fundador e destruidor dos reinos e impérios, e quero em ti, e em teus descendentes, fundar para Mim um império por cujo meio seja Meu Nome publicado entre as nações mais estranhas.”
Afonso Henriques foi proclamado Rei no campo de batalha e triunfou. Graças à sua fé e sua espada estamos aqui, e conhecemos o nome do Salvador.
“E aquele que conhece o meu nome, eu também conheço o seu nome”, diz um texto cristão dos primeiros séculos.




Eu não tenho idéia porque as fotos acabam assim! desculpa!
Caro Sr. Araújo Meus mais sinceros parabéns e orações por sua nova tarefa em representação de sua nação e seu governo. Eu sou argentino, e peço ao Senhor que a nossa nação o bom exemplo da equipe de governo do presidente Bolsonaro incentivar os líderes para se juntar a causa real da civilização e da cultura dos povos cristãos do Ocidente e do Oriente, sem medos mundanos. Peço desculpas aos leitores pela minha escrita. Eu atestou a tradução automática do google. Saudações a todos. Rev. Pablo Ruani, sacerdote católico na Flórida, Estados Unidos da América
Caro Ministro Ernesto, parabéns e obrigado por resgatar, por meio deste belo episódio da vida de Dom Afonso Henriques, nossa filiação divina. Me faz lembrar um ponto 639 de Forja, no qual São José Maria Escrivã de Balaguer nos diz:
Regnare Christum volumus!" - queremos que Cristo reine. "Deo omnis gloria!" - para Deus toda a glória.
Este ideal de guerrear - e vencer - com as armas de Cristo, somente se fará realidade pela oração e pelo sacrifício, pela fé e pelo Amor.
- Pois então..., vamos orar, e crer, e sofrer, e Amar!"
Sr. Chanceler, nenhum país ocidental está tendo a coragem de acolher Asia Bibi como refugiada.
O que o senhor acha de ser o Brasil a ter a coragem de recebê-la?
Assim mostraríamos aos fundamentalistas islâmicos que esta nação é a nação de Jesus até às últimas consequências, que aqui nada nem ninguém irá derrubar os valores judaico-cristãos.
Brasil é a pátria e coração do evangelho de Jesus.
Se há refugiados para acolher aqui, deverão ser os cristãos que estão sendo cruelmente perseguidos nos países islâmicos.
alirio.ramos
REFLEXÃO SOBRE A COGITADA MUDANÇA DA SEDE DA NOSSA EMBAIXADA EM ISRAEL
Por: Alírio de Oliveira Ramos, diplomata aposentado, residente em Águas Claras-DF
! – “11. A cooperação humanitária é uma vertente importante do relacionamento do Brasil com a Palestina. Em 2007, o Brasil doou US$ 10 milhões para atividades humanitárias naquele país. Em 2009, doou mais US$ 10 milhões para a reconstrução de Gaza. Os países do Grupo IBAS (Índia, Brasil e África do Sul) também doaram conjuntamente US$ 3 milhões, montante investido nas áreas de saúde, educação, agricultura e assistência a refugiados. Mais recentemente (em 2014), o Brasil doou 11,5 mil toneladas de arroz à UNRWA (“The United Nations Relief and Works Agency for Palestine Refugees in…